Textos do Hugo

Quando penso no destino

Tenho pensado muito no destino… Esse tal caminho traçado que nem sei ao certo se existe. Não penso nele como uma lei natural irrevogável, pois isso me causa sensação de sufocamento e prisão. Compreendo o destino como a colheita de tudo o que plantei no decorrer da vida. Tanto que se eu fechar os olhos, posso ver o meu futuro como uma árvore bela, grande e frondosa, cheia de frutos. Não se trata de uma árvore criada por uma força maior, mas sim a consequência da semente que escolhi a dedo para ser plantada. Será que você consegue me entender?! Vou tentar ser claro: Se você plantar ódio, colherá ódio… Se doar ofensas, receberá mágoas em retorno. E é por isso que decidi plantar alegria, fraternidade e perdão. Eu te digo uma coisa, meu caro amigo: Não é fácil cultivá-las, pois exige muita vontade firme, coragem e fé. Então eu te pergunto: E se a gente resolvesse plantar carinho, fé, tolerância e amor? Sobretudo amor… Vamos, não seja turrão. Enfrente a vida sem medo. Juntos podemos criar uma plantação de futuros bons e destinos felizes. Já é tempo de desapegar desse costume antigo de reclamar de tudo e não acreditar em nada. Para a colheita de um futuro melhor, tenha sabedoria na hora de plantar a semente.

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Hugo Ribas é pisciano, escritor, leitor e também uma metamorfose ambulante. Criador deste blog e colunista do blog Que Me Transborde, adora se perder em sentimentos escritos e nem sempre consegue se encontrar em suas próprias palavras. Personagens, narrador e pensamentos se fundem num texto só. Nasceu em Jundiaí - SP e mudou-se para São Paulo - SP aos 16 anos, onde se formou em Design Gráfico e cursou teatro pelo Teatro Escola Macunaima. Apresentou peças de Gianfrancesco Guarnieri e Friedrich Dürrenmatt.

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