Textos do Hugo

Quando reflito sobre injustiça

Tenho um pedido pra te fazer: Ouça a voz da consciência. Reflita muito antes da prática de um ato ou de uma decisão significativa. O que é “justo” para você não pode violar o “justo” dos que te acompanham na jornada… Falar sobre justiça nem sempre é fácil, pois é fato que o senso de certo e errado obedece  a critérios como: cultura, vivência, experiência e, principalmente, caráter. Mas apesar de todas as leis que fazem valer uma justiça igual pra todos, creio que exista um juiz muito mais forte e poderoso chamado “Consciência”. Talvez, nos pequenos atos ou nas míseras palavras, acabamos por praticar injustiças irreparáveis… É bem verdade que precisamos lutar pela nossa vida, pelo nosso crescimento, pela nossa sobrevivência, mas devemos ficar atentos para que o ego, traço tão humano e comum, não se sobreponha à consciência justa que muitas vezes nos alerta, grita e clama para não ferirmos o próximo.

Existe uma frase que diz: “A justiça inflexível é frequentemente a maior das injustiças”

Como eu já escrevi em outros textos, para saber se a escolha que você está fazendo é a mais acertada, basta consultar o coração, basta optar pelo que te aproxima da felicidade e do amor. O mesmo vale para a justiça… Para ter certeza de que seu ato é o mais justo possível, consulte a consciência, procure saber se a semente que está plantando florescerá paz ou dor, tanto para você quanto para o seu semelhante. Ninguém conseguirá dormir em paz se carregar nos ombros o peso de um ato injusto.

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Hugo Ribas é pisciano, escritor, leitor e também uma metamorfose ambulante. Criador deste blog e colunista do blog Que Me Transborde, adora se perder em sentimentos escritos e nem sempre consegue se encontrar em suas próprias palavras. Personagens, narrador e pensamentos se fundem num texto só. Nasceu em Jundiaí - SP e mudou-se para São Paulo - SP aos 16 anos, onde se formou em Design Gráfico e cursou teatro pelo Teatro Escola Macunaima. Apresentou peças de Gianfrancesco Guarnieri e Friedrich Dürrenmatt.

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